É a primeira pergunta que quase toda a gente faz — e a que poucas empresas respondem no próprio site. A nossa resposta é simples: mostramos os preços todos, aqui, sem ter de pedir orçamento para os saber. Achamos que a transparência é onde começa a confiança. Mas o número só faz sentido quando se percebe o que se está a pagar — por isso vale a pena explicar.
São dois números, não um
Um website profissional tem dois custos, e é importante não os confundir. Há o valor inicial, único, que paga a construção do site — o design feito de raiz, as páginas, os textos, a configuração do Google. E há a mensalidade, que o mantém vivo: online, seguro e a aparecer nas pesquisas.
Um website não é um cartaz que se pendura uma vez e se esquece. É uma ferramenta que precisa de cuidado contínuo — caso contrário, fica desactualizado, perde posições no Google e deixa de trazer clientes. É por isso que existe uma mensalidade, e é por isso que ela compra sempre uma fatia concreta de trabalho.
Os nossos planos
Até 8 páginas
Até 15 páginas · reservas ou orçamentos online
Até 20 páginas · uma por serviço ou profissional
Maior ou com necessidades específicas
A mensalidade inclui alojamento, gestão do perfil Google e manutenção incluída.
O que a mensalidade compra
A mensalidade não é um custo abstracto. Paga o alojamento e a segurança do site, a gestão do perfil de Google que o faz aparecer no mapa, o acompanhamento dos resultados e um número definido de actualizações por mês — uma no plano mais simples, até quatro no mais completo.
Reparou que dizemos "número definido" e não "ilimitado"? É de propósito. Actualizações ilimitadas são uma promessa que ninguém cumpre bem. Preferimos ser honestos: a mensalidade compra uma fatia clara de tempo, e qualquer trabalho maior — uma página nova, uma funcionalidade nova — é orçamentado à parte. É assim que conseguimos cuidar bem de cada cliente em vez de prometer tudo a todos.
Porque é que um site "barato" sai caro
Há sempre uma forma mais barata: um modelo genérico montado à pressa, ou uma ferramenta de arrastar-e-largar que se faz num fim de semana. O problema não é o preço — é o resultado. Esses sites quase nunca aparecem no Google quando alguém pesquisa o serviço na cidade, parecem iguais a milhares de outros e ficam sem o perfil de Google configurado, que é metade do que faz um negócio local ser encontrado.
Um website que ninguém encontra não é barato. É uma despesa que não devolve nada. O valor de um site não está em existir — está em trazer clientes. E isso depende de coisas que não se vêem no preço: estrutura pensada para as pesquisas certas, conteúdo real em cada página, e o trabalho contínuo que mantém tudo a funcionar.
E os extras?
Para além dos planos, há add-ons claros para quem precisa de mais: criação de logótipo, uma versão do site noutro idioma (útil em zonas turísticas ou de fronteira), ou um sistema de reservas para o plano mais simples. São sempre identificados como extras, com preço próprio — nunca escondidos na mensalidade.
E se o meu negócio for maior?
Lojas online, marcas com mais do que uma localização, estruturas que vão além das 20 páginas — esses não cabem num preço fixo, e seria desonesto fingir que cabem. Para esses casos fazemos um projeto à medida: uma conversa, e depois um orçamento honesto para aquilo que o negócio precisa de facto.
Como funciona o pagamento
O valor inicial é pago em duas partes: 50% no arranque do projeto e os outros 50% na entrega do website. A partir daí fica apenas a mensalidade. Sem surpresas, sem letras pequenas.
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